Empenhada em conquistar o mercado indiano, atualmente o maior do mundo na fabricação e venda de motocicletas, a Honda anunciou seus planos de construir uma terceira linha de montagem na fábrica de Tapukara para aumentar a produção para perto de 8 milhões de unidades anuais.

Por meio de sua subsidiária, Honda Motorcycle & Scooter India Pvt. Ltd. (HMSI), a marca japonesa possui nada menos do que quatro fábricas na Índia: uma em Manesar, outra em Tapukara, uma terceira em Narasapura e a última em Vithalapur que, juntas, produzem 6,25 milhões de veículos de duas rodas anualmente (motos e scooters).
A segunda fábrica em Tapukara tem atualmente uma capacidade de produção anual de 1,3 milhão de unidades. Para atender ao crescimento da demanda, a HMSI investirá aproximadamente 15 bilhões de rúpias (cerca de R$ 900 milhões) na aquisição de 74.000 m² de terreno adjacente para a construção de uma terceira linha de produção.
A nova linha será projetada para ser flexível e produzir um total de 670.000 unidades de scooters e motocicletas leves de 125cc e 160cc aumentando a capacidade total de produção da segunda fábrica para 2,01 milhões de unidades. A ampliação criará cerca de 2.000 novos empregos. Todas as fábricas juntas contam com 24.000 funcionários.
“O mercado de motocicletas na Índia tem crescido de forma constante, acompanhando o crescimento econômico do país. Para atender às expectativas e à confiança dos clientes na Índia e em todo o mundo, a Honda mantém o compromisso de fortalecer seu sistema e capacidade de abastecer o mercado com seus produtos. Por meio deste investimento adicional em nossa segunda fábrica, continuaremos a oferecer produtos e serviços atraentes, que trarão ainda mais satisfação aos nossos clientes”, disse Tsutsumu Otani, presidente e CEO da HMSI.
A nova linha está prevista para entrar em operação em 2028. Além desta, a Honda também planeja aumentar ainda mais a capacidade de produção de suas outras unidades aumentando a capacidade total de produção das fábricas dos atuais 6,25 milhões de unidades para 8 milhões.
A marca também afirmou que continua alinhando suas operações com a meta global de alcançar a neutralidade de carbono até 2050, o que inclui o uso de energia renovável e práticas de conservação de recursos em todas as suas instalações de produção.



