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Tech3 pode trocar KTM por Honda no futuro

Lucas Carioli 7 de abril de 2026

Disposta a retomar a hegemonia perdida na MotoGP, a Honda quer ter seis motos no grid em 2027. E a equipe que eles querem trazer é a Tech3, que deixaria a KTM após sete anos.

O objetivo da Honda é ficar em pé de igualdade com a Ducati – que também tem seis motos no grid – e melhorar o feedback no acerto da moto, com mais dados compartilhados. Além disso, permite gerenciar melhor seus pilotos. Eles já têm quatro sob contrato, incluindo a recente contratação de David Alonso, que precisam alocar espaço em breve.



Para conseguir isso, de acordo com a imprensa espanhola, a Honda já teria entrado em contato com a Gresini Racing (que era Honda nas décadas de 1990 e 2000) e por pouco não conseguiu fechar um acordo para 2027.

Agora, eles voltaram suas atenções para a Tech3, que tem passado por momentos difíceis com a KTM. Ambos os seus atuais pilotos, Enea Bastianini e Maverick Viñales não estão satisfeitos e não devem permanecer no próximo ano. Além disso, o fundador, Hervé Poncharal, não está mais no comando, este agora nas mãos do ex-F1 Guinter Steiner.

Depois de passar mais de 20 anos como equipe satélite da Yamaha, a Tech3 passou a utilizar maquinário KTM em 2019, quando esta ainda investia pesado na MotoGP. A mudança foi benéfica na época: com equipamento similar ao de fábrica, eles venceram pela primeira vez duas corridas, o GP da Estíria e de Portugal com Miguel Oliveira.

Atualmente, em meio à uma reestruturação financeira, a KTM ainda não confirmou presença na MotoGP a partir de 2027 – apesar de já ter testado um protótipo de 850cc na pista. O novo CEO da empresa, Gottfried Neumeister tem sido visto frequentemente nos boxes da equipe – parecendo avaliar se vale a pena continuar o investimento.

InFeed

Se resolverem permanecer na MotoGP em 2027 com gastos mais contidos, contar com apenas duas motos no grid parece ser uma boa saída, tal qual fez a Suzuki entre com grande sucesso. A equipe da marca japonesa ganhou o título de 2020 e encerrou sua história na MotoGP ainda competitiva, vencendo a última corrida no GP de Valência de 2022.

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