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As rivais da Kawasaki Z1100 no mercado brasileiro

Lucas Carioli 24 de fevereiro de 2026

Na semana passada, a Kawasaki do Brasil confirmou a chegada da nova Z1100 ao mercado nacional para o começo de março. Mas antes de fechar negócio, há outras opções para ponderar nesse momento? É o que estudamos aqui.

A Honda promete a CB1000 Hornet para o segundo semestre. Vale a pena esperar?

A Kawasaki brasileira está trazendo o mesmo modelo revelado no exterior no ano passado. A nova Z1100 teve o seu motor aumentado em 56 cm³ e, apesar de ter perdido um pouco de potência de topo, recebeu outras modificações e atualizações eletrônicas para compensar. Ela parte com o preço promocional de R$ 74.990 e tem duas versões.



Você tem essa quantia para gastar em uma moto grande, mas ainda está em dúvida, então para onde devemos olhar? Por incrível que pareça, a novidade da Kawasaki estreia em um mercado sem concorrentes diretos, ou seja, suas conterrâneas japonesas, começando por Honda e Yamaha.

A Honda anunciou a chegada da CB1000 Hornet para o primeiro semestre de 2026, mas ela ainda não está disponível. Eles disseram que ela deve chegar no segundo semestre, quando saberemos também o seu preço final. Enquanto isso, contente-se com a antiga CB1000R Neo Sports Cafe, em duas versões, a partir de R$ 78.870.

Mais cara, a Suzuki GSX-S1000 é a única rival direta no momento.

Uma olhada no lineup da Yamaha também revela um quadro semelhante. A marca dos diapasões não tem mais modelos de 1 litro no Brasil. A MT-09 saiu de linha e a opção mais próxima é a média MT-07 Connected, de dois cilindros e 689 cm³, ou seja, bem menor. O modelo parte de R$ 57.990,00 em São Paulo.

Na Suzuki encontramos a GSX-S1000, que passou por uma renovação estética e eletrônica em 2023. O motor de quatro cilindros e 999 cm³, embora de deslocamento menor, rende mais: 152 cv a 11.000 rpm e 10,8 kgf.m a 9.250 giros. Tecnicamente, essa é a única rival direta para a Kawasaki Z1100 por aqui.

A parte eletrônica, no entanto, não é tão sofisticada. O painel, embora pareça de TFT, é de LCD colorido e não há conexão com o smartphone. Mas o acelerador também é ride-by-wire e há três modos de pilotagem, controle de tração de cinco estágios (que pode ser totalmente desligado), quickshifter e autoblipper. O modelo parte de R$ 79.600 em São Paulo.

Menor, a Street Triple 765RS tem um custo-benefício bem interessante.

E na Triumph? As opções da marca inglesa também não são concorrentes diretas. As motos de 1200cc são releituras retrô de modelos antigos, todas de dois cilindros, o que não é exatamente o que o público alvo da Z1100 procura. Mas, temos uma situação bastante interessante com a naked média, Street Triple 765 RS.

Por R$ 74.190 você pode levar para casa um modelo topo de linha, elogiadíssimo no mundo todo com seu motor de três cilindros em linha que desenvolve 130 cv a 12.000 rpm e 80 Nm a 9.500 rpm. É menos potente, mas também é mais leve: enquanto a Z1100 pesa 221 kg líquidos, a Triumph pesa apenas 188 kg nas mesmas condições.

Quadro e suspensões são do mesmo nível, com pinças de freio Brembo Stylema e pneus Pirelli Diablo Supercorsa V3. A parte eletrônica idem: o painel TFT de 5 polegadas tem conexão com o smartphone através do aplicativo My Triumph e 5 modos de pilotagem. Os opcionais são controle de cruzeiro e quickshifter. É de se pensar!

Mais cara, a Ducati Monster está desatualizada no Brasil.

Hora de visitar o estande da BMW Motorrad. A fabricante alemã tem uma concorrente direta, a S1000R disponível…no exterior. Infelizmente a divisão brasileira ainda não trouxe a nova geração da naked derivada da S1000RR. Sua opção mais próxima nas concessionárias brasileiras é a F900R, de dois cilindros, que parte de R$ 71.400,00 em São Paulo.



Na Ducati, temos duas situações diferentes. Em termos de preço, a rival mais próxima é a Monster, que já não é mais tão monstruosa como foi um dia e hoje é um modelo de aspirações mais modestas. Seu motor de dois cilindros ainda é o antigo Testastretta 11ª de 937 cm³ (na Europa já roda um novo V-Twin de 890) que rende “apenas” 111 cv a 9.250 rpm e 93 Nm a 6.500 rotações. Mesmo assim, ela parte de 86.990 em São Paulo.

Quer algo mais forte? Existe a Streetfighter V4, que no Brasil só está disponível na versão S (Speciale) a topo de linha. Além do motorzão V4 de 1100cc, que rende alucinantes 208 cv e 123,5 Nm de torque, a versão ainda conta com suspensão Öhlins semi-ativa, rodas Marchesini forjadas (não fundidas), ABS em curvas e muito mais. Mas para ter tudo isso você vai ter que desembolsar (a partir de) 157.990! É o peso da marca…

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