A Kawasaki do Brasil disse que vai apresentar uma grande novidade para o mercado nacional ainda em fevereiro. A nossa aposta é de que será a nova Z1100.

O comunicado da marca japonesa mantém o mistério e diz apenas que se trata de um modelo esportivo, com fartos recursos eletrônicos de segurança ao piloto e quickshifter bidirecional de série. A moto que melhor se encaixa nesse perfil é a Z1100, revelada no exterior no ano passado.
Sucessora da Z1000, a Z1100 teve o seu motor de quatro cilindros em linha aumentado de 1.043 cm³ para 1.099 cm³, principalmente para se enquadrar aos novos limites de emissões do Euro5+ que passaram a ser obrigatórios na Europa em 2026. Agora, a motocicleta pode usar catalisadores maiores sem perder muita potência.
Ainda assim, houve uma ligeira perda. Enquanto a última Z1000 chegava a 142 cv a 10.000 rpm e 11,3 kgf.m de torque a 7.300 rotações, a Z1100 chega a 136 cv a 9.000 rpm e 113 Nm de torque a 7.600 rpm. Mas a Kawasaki garante que a perda não é sentida na prática, graças a outras modificações feitas.
A relação de marchas, por exemplo, está mais curta entre a primeira e a quarta e mais longa na quinta e na sexta, para providenciar a mesma aceleração na cidade e giros mais baixos na estrada, com menores vibrações. A balança de alumínio é nova, mas o chassi, suspensões e freios são os mesmos da última Z1000.

A parte eletrônica foi atualizada, com um novo painel TFT de 5 polegadas com conexão com o aplicativo da Kawasaki, o Rideology. São quatro modos de pilotagem (Sport, Road, Rain e Rider), além de controle de cruzeiro, quickshifter bidirecional, ABS em curvas e muito mais.
Bem, e se não for a Kawasaki Z1100? O outro lançamento da Kawasaki em 2025 foi a Z650S. Trata-se de uma versão plus da Z650, com uma carroceria mais agressiva, vincos e aletas mais pronunciadas, um banco 20 mm mais alto e mais acolchoado, mas com o mesmo motor de dois cilindros em linha de 649 cm³ do resto da linha.
Esta vem com um painel TFT de 4,3 polegadas também com conexão com o smartphone, além de controle de tração série e de um quickshifter opcional – daqueles que só sobem as marchas. O anúncio da Kawasaki dizia ser bidirecional. O que você acha?:
