{"id":23416,"date":"2017-04-26T22:56:28","date_gmt":"2017-04-27T01:56:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.noticiasmotociclisticas.com\/?p=23416"},"modified":"2024-01-16T16:16:37","modified_gmt":"2024-01-16T19:16:37","slug":"randy-mamola-o-campeao-mundial-sem-titulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/?p=23416","title":{"rendered":"Randy Mamola: o campe\u00e3o mundial sem t\u00edtulo"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-color has-link-color wp-elements-ca8077589092da89a09b79f9680cd936\" style=\"color:#fa0000\"><span style=\"color: #ff0000;\">Um dos pilotos mais promissores de todos os tempos, Randy Mamola nunca conseguiu transformar seu talento em t\u00edtulos mundiais<\/span>. E nem precisou, pois ele deu um jeito de entrar para a hist\u00f3ria a sua maneira, como voc\u00ea confere aqui.<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Early-Days-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"620\" height=\"551\" src=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Early-Days-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23419\" srcset=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Early-Days-2.jpg 620w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Early-Days-2-300x267.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mamola desenvolveu suas habilidades nas pistas de Dirty Track.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Nascido em San Jose, Estados Unidos em 10 de novembro de 1959, Randy Mamola \u00e9 californiano como Kenny Roberts e deu sequ\u00eancia a c\u00e9lebre gera\u00e7\u00e3o de pilotos norte-americanos que desembarcou na Europa para disputar as 500cc. Entretanto, antes de se debandar definitivamente para o motociclismo, Mamola chegou a cogitar uma carreira de&#8230; m\u00fasico! <\/p>\n\n\n\n<p>Assim como Roberts, Mamola tamb\u00e9m teve a carreira formada nas corridas de Dirty Track, muito populares no norte da Calif\u00f3rnia, tanto que chegou a ser apelidado de \u201cBaby Kenny\u201d. Nesses ovais de terra batida, as motos n\u00e3o possuem freio dianteiro e o controle fica literalmente nos bra\u00e7os do piloto. Seu talento era t\u00e3o grande, que a Yamaha ofereceu-lhe apoio oficial quando tinha apenas 14 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>A carreira ganhou contornos mais s\u00e9rios quando finalmente se formou no colegial em 1977. Da\u00ed em diante, Mamola migrou para as corridas de asfalto, correndo no AMA 250 (onde ganhou o titulo de 1978) e at\u00e9 realizando at\u00e9 algumas provas no exterior. Mas o ponto de virada aconteceu mesmo quando integrou a equipe norte-americana das Transatlantic Racing em 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>As chamadas &#8220;Corridas Transatl\u00e2nticas&#8221; eram uma s\u00e9rie de seis provas na Inglaterra, nas quais os melhores pilotos brit\u00e2nicos eram confrontados pelos melhores norte-americanos em motos de 750cc. Com apenas 19 anos de idade, Mamola roubou a cena, sendo o segundo melhor pontuador, atr\u00e1s apenas do campe\u00e3o Mike Baldwin e \u00e0 frente da estrela, Barry Sheene.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Transatlantic-Races-1981.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"620\" height=\"404\" src=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Transatlantic-Races-1981.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23420\" style=\"width:650px\" srcset=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Transatlantic-Races-1981.jpg 620w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Transatlantic-Races-1981-300x195.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mamola nas corridas transatl\u00e2nticas.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Paralelamente, Mamola fazia a sua temporada de estreia no Campeonato Mundial com uma Yamaha TZ 250 patrocinada por Serge Zago. Quando Baldwin, que era o piloto principal da equipe de Zago nas 500cc se lesionou, o norte-americano foi chamado para substitu\u00ed-lo em sua Suzuki RG500 pelo restante da temporada.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da pouca experi\u00eancia, Mamola fez bonito, conquistando um bel\u00edssimo segundo lugar no Grande Pr\u00eamio da Finl\u00e2ndia e liderado cinco voltas na Fran\u00e7a, antes de ser ultrapassado por Barry Sheene. Nessa ocasi\u00e3o tamb\u00e9m ficou em segundo, a frente de Kenny Roberts.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi&nbsp; que bastou para que a Suzuki o contratasse para 1980 com apoio oficial. O norte-americano herdou a posi\u00e7\u00e3o de Sheene que, insatisfeito com a Suzuki, deixou a equipe oficial para correr com uma Yamaha particular. Nas m\u00e3os certas, no entanto, o modelo RG500 ainda tinha muito a oferecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Com duas vit\u00f3rias, a primeira na B\u00e9lgica e outra na Inglaterra, Mamola encerrou o seu primeiro ano completo nas 500cc com um impressionante vice-campeonato, atr\u00e1s apenas de Roberts. O piloto tamb\u00e9m rapidamente se tornou um \u00eddolo gra\u00e7as \u00e0 sua personalidade relaxada e divertida, sendo uma ant\u00edtese completa ao s\u00e9rio Roberts.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Kenny-Roberts-Randy-Mamola-e-Barry-Sheene-GP-da-Fran\u00e7a-1981.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"620\" height=\"464\" src=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Kenny-Roberts-Randy-Mamola-e-Barry-Sheene-GP-da-Fran\u00e7a-1981.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23421\" srcset=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Kenny-Roberts-Randy-Mamola-e-Barry-Sheene-GP-da-Fran\u00e7a-1981.jpg 620w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Kenny-Roberts-Randy-Mamola-e-Barry-Sheene-GP-da-Fran\u00e7a-1981-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mamola, entre Roberts e Sheene, Fran\u00e7a, 1981.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O alto astral se manteve em 1981, quando come\u00e7ou o ano com duas vit\u00f3rias e dois segundos lugares, liderando a primeira metade do campeonato. Entretanto, o mais experiente Marco Lucchinelli emendou uma sequ\u00eancia de quatro vit\u00f3rias nas cinco etapas seguintes garantindo o seu \u00fanico t\u00edtulo mundial. Enquanto isso, a Yamaha estava dividida entre Roberts e Sheene.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que a Suzuki dava sinais de defasagem, os memor\u00e1veis acidentes de Mamola come\u00e7aram a aparecer em maior n\u00famero. O ano de 1982 contabilizou muitas quedas e apenas uma vit\u00f3ria, na parte final do campeonato onde ficou em sexto. Em 1983, apesar do terceiro lugar na pontua\u00e7\u00e3o, nenhuma vit\u00f3ria foi conquistada. J\u00e1 era hora de mudar de equipe.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1984, Mamola ingressou na Honda, que voltava a disputar seriamente o campeonato depois de muitos anos de aus\u00eancia, com a completamente nova NSR 500, de dois tempos. O norte-americano formava dupla com o conterr\u00e2neo Freddie Spencer, campe\u00e3o de 1983. Que dupla, hein?<\/p>\n\n\n\n<p>Mamola ainda deu a sorte de come\u00e7ar a temporada como o principal piloto da equipe, depois que Spencer se lesionou nas Transatlantic Racing. Sua estreia pela Honda foi comemorada com um segundo lugar no Grande Pr\u00eamio da Espanha.<\/p>\n\n\n\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GC-8Mwp-rTc?ecver=1\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" width=\"655\" height=\"517\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n\n\n\n<p>Mas apesar de ter vencido tr\u00eas das \u00faltimas cinco corridas daquele ano e ficado mais uma vez com o vice-campeonato atr\u00e1s de outro norte-americano, Eddie Lawson, o estilo de pilotagem agressivo de Mamola n\u00e3o casava com a motocicleta reconhecidamente r\u00e1pida, mas arisca e nervosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso ficou evidente em 1985, quando Mamola venceu apenas uma corrida, o GP da Holanda, enquanto Spencer ficou com o t\u00edtulo nas 500cc e nas 250cc no mesmo ano! Mas era Mamola quem sempre dava show, como foi registrado no GP de San Marino em Misano.<\/p>\n\n\n\n<p>Mamola vinha se debatendo com um amortecedor traseiro defeituoso e, ao contornar uma curva, sua Honda chicoteou feito cavalo em rodeio, jogando o piloto para cima. Mas ele conseguiu se safar do que seria uma queda feia e a cena \u00e9 hoje uma das imagens mais c\u00e9lebres do motociclismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Vendo que n\u00e3o ia dar certo na Honda, Mamola mudou novamente de equipe em 1986, dessa vez para uma organiza\u00e7\u00e3o chefiada por seu mentor Kenny Roberts, agora aposentado das pistas, com apoio oficial da Yamaha e patroc\u00ednio dos cigarros Lucky Strike.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Paul-Ricard-1987.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"691\" src=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Paul-Ricard-1987-1024x691.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23425\" style=\"width:650px\" srcset=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Paul-Ricard-1987-1024x691.jpg 1024w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Paul-Ricard-1987-300x202.jpg 300w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Paul-Ricard-1987-768x518.jpg 768w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-Paul-Ricard-1987.jpg 1122w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em 1987, com uma Yamaha do Team Roberts.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mamola andou sempre entre os primeiros, mas venceu apenas uma etapa, na B\u00e9lgica. O t\u00edtulo ficou mais uma vez com Eddie Lawson, que tinha uma pilotagem menos exuberante, por\u00e9m apresentava uma maior regularidade, tanto que ganhou o apelido de &#8216;Steady Eddie&#8217;, ou seja, aquele que \u00e9 est\u00e1vel, nunca cai.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1987, Mamola foi bem mais forte e quase chegou l\u00e1. Foram tr\u00eas vit\u00f3rias e nove p\u00f3dios, seu desempenho mais s\u00f3lido at\u00e9 ent\u00e3o. Mas tanto Mamola quanto Lawson (que corria com uma Yamaha do time de Giacomo Agostini) foram derrotados por Wayne Gardner e sua Honda NSR 500. <\/p>\n\n\n\n<p>Mamola gostava de entreter o p\u00fablico nas corridas em que n\u00e3o tinha chance de vencer, realizando derrapadas, empinadas e acenos, malabarismos que se tornariam hist\u00f3ricos. No GP da Fran\u00e7a de 1987, por exemplo, ele vinha em segundo lugar, longe de Lawson e, momentos antes de cruzar a linha de chegada, fez um <em>stoppie<\/em> para del\u00edrio da torcida.<\/p>\n\n\n\n<p>Kenny Roberts, ficou pistola e demitiu Mamola na hora, acusando-o de irresponsabilidade. Depois acabaria voltando atr\u00e1s, como em muitas ocasi\u00f5es. Os dois pilotos, embora semelhantes em talento, eram completamente opostos em personalidade e teriam, ao logo de toda sua conviv\u00eancia, uma rela\u00e7\u00e3o de amor e \u00f3dio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-1988-Capa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"620\" height=\"408\" src=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-1988-Capa.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23418\" srcset=\"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-1988-Capa.jpg 620w, https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Randy-Mamola-1988-Capa-300x197.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em 1988, com a Cagiva.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Fora da pista, Mamola era a alma da festa, como em uma ocasi\u00e3o em que entrou na passarela atr\u00e1s das modelos apenas de cueca. Uma vez chegou a parar a moto para urinar nos favos de feno, bem em frente \u00e0s arquibancadas, uma cena que ainda estou procurando na internet. Era um comportamento irreverente demais para o sisudo Roberts, que o trocou por Wayne Rainey no ano seguinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo depois de ter realizado a sua melhor temporada, Mamola se viu subitamente sem equipe para 1988. Felizmente, o que n\u00e3o faltava eram ofertas. Assim, aos 29 anos, recebeu um telefonema de Claudio Castiglioni para ser o primeiro piloto da Cagiva, fabricante italiana ent\u00e3o de posse da Ducati que estava ingressando no Campeonato Mundial.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora fosse uma moto relativamente boa, a Cagiva GP500 nem de perto tinha a mesma pot\u00eancia de Honda, Suzuki e Yamaha. Dessa forma, Mamola teve de se contentar com posi\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias ao longo dos anos seguintes. Ainda assim, conquistou um comemorado p\u00f3dio, com a terceira posi\u00e7\u00e3o no chuvoso Grande Pr\u00eamio da B\u00e9lgica de 1988, em Spa-Francorchamps.<\/p>\n\n\n\n<p>E as loucuras continuavam. No GP do Brasil, Mamola corria em quinto lugar e, para espantar o t\u00e9dio, dava derrapadas controladas aos espectadores brasileiros. Em um momento de pouca aten\u00e7\u00e3o enquanto olhava para tr\u00e1s, o norte-americano acabou perdendo o controle da moto em uma violenta queda, que seria muito reproduzida mundo a fora.<\/p>\n\n\n\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BtD_U187zv0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" width=\"655\" height=\"517\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n\n\n\n<p>Mamola ficou na Cagiva por tr\u00eas temporadas, at\u00e9 o fim de 1990. O piloto, ent\u00e3o resolveu tirar um ano de folga antes de retornar em 1992 com uma Yamaha particular. Os tempos, no entanto, j\u00e1 eram outros. N\u00e3o sendo p\u00e1reo para Wayne Rainey, Kevin Schwantz e Mike Doohan, decidiu pendurar de vez o capacete no final do ano. O \u00faltimo p\u00f3dio veio no Grande Pr\u00eamio da Hungria. <\/p>\n\n\n\n<p>Com uma personalidade soci\u00e1vel e reputa\u00e7\u00e3o inabalada, Mamola n\u00e3o ficou aposentado por muito tempo, logo sendo chamado pela Yamaha para atuar como piloto de testes, escrever colunas para diversos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ser comentarista de TV, fun\u00e7\u00f5es que exerce at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o que realmente torna Mamola especial \u00e9 o seu gosto por filantropia e caridade. Em 1986, o piloto se envolveu com o programa de caridade global \u201cSave the Children\u201d. A p\u00f3s deixar as pistas, se tornou o co-fundador da \u201cRiders for Health\u201d, uma organiza\u00e7\u00e3o que fornece motocicletas, ambul\u00e2ncias e outros ve\u00edculos para prestar assist\u00eancia m\u00e9dica e cuidados de sa\u00fade \u00e0 locais remotos na \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<p>Mamola at\u00e9 hoje \u00e9 uma figura muito presente e requisitada. Al\u00e9m de quase sempre liderar eventos\u00a0 de caridade, o norte-americano ainda d\u00e1 suas voltinhas quando pode, \u00e0s vezes levando consigo um convidado, com direito a <em>wheelies<\/em>, <em>stoppies<\/em>. Um deles foi Michael Schumacher, que quis virar piloto de moto por algum tempo. Quem disse que um astro precisa ser campe\u00e3o mundial?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos pilotos mais promissores de todos os tempos, Randy Mamola nunca conseguiu transformar seu talento em t\u00edtulos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":23429,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[77,609,1164,876,64,608,395,372],"class_list":["post-23416","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia","tag-barry-sheene","tag-eddie-lawson","tag-historia","tag-kenny-roberts","tag-kevin-schwantz","tag-randy-mamola","tag-wayne-gardner","tag-wayne-rainey"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23416","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23416"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23416\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72333,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23416\/revisions\/72333"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/23429"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23416"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23416"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasmotociclisticas.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23416"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}